Brahma resgata história de campo de futebol 
Campanha faz parte do projeto “Alegria no Pé, Floresta de Pé” da marca



Cada campo de futebol tem a sua história, mas este aqui viajou o mundo por um motivo um tanto especial: dentro dele havia uma árvore. Essa história foi resgatada pela Brahma e apresentada no mini documentário “Tinha uma árvore” criado pela Espalhe MSLGroup.

O campo ficava no bairro do Brás, em São Paulo. Primeiramente, a árvore foi vista como um problema pelo time da casa, o Renegados, que explica que devido a uma decisão da prefeitura na época, a planta não pode ser trocada de lugar. A foto “Volante Plantado” de Alexandre Battibugli foi registrada em 1996 e chamou atenção. Algumas pessoas passaram a visitar o campo apenas por conta da árvore, até que a mídia nacional e internacional repercutiu o caso.



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Seguradora coloca bebê no lugar de carro 
Campanha da Nationwide trata cada carro como filho do proprietário



A intenção é que você cuide do seu carro como se fosse um filho. Partindo dessa premissa, a nova campanha da seguradora de automóveis Nationwide coloca um bebezão no lugar do carro em diversas ocasiões diferentes. Em uma delas o dono do carro se esforça para não deixar que um carrinho de supermercado bata em seu bebê que está sentado em uma vaga. A criação é da McKinney de Durham.



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Uma máquina de cerveja em casa? 
Em parceria com o designer australiano Marc Newson, Heineken se prepara para oferecer uma nova experiência de consumo caseiro, misturando tecnologia e estilo. O produto, que permanece em segredo, será apresentado em outubro.



A Heineken anunciou nesta quinta-feira, 26, que em breve irá revelar o fruto de uma parceira que fechou com o designer australiano Marc Newson, que já foi nomeado uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Juntos, eles desenvolvem um conceito que tem o objetivo de "revolucionar a experiência" de beber e curtir uma cerveja em casa, como a companhia ressaltou. O projeto está para ser apresentado em Paris e Milão no próximo mês e deverá estar disponível no mercado em 2014.

Newson está dedicado à proposta há alguns meses, discutindo com o time de inovação e design da Heineken o que a marca poderia oferecer ao consumidor. Agora, a empresa decidiu divulgar que o trabalho está prestes a ser finalizado (o que alimenta expectativas em torno de um novo equipamento para o lar). É a primeira vez que o profissional e a marca atuam juntos. Multipremiado, Newson já criou itens, logos e desenhos para outras empresas globais elaborando conceitos que envolveram mobiliário, vestuário, equipamentos de cozinha e tecnologia. Em seu portfólio, estão, por exemplo, projetos feitos para Nike, Ford, Shisheido, Pentax, Dom Perignon, Qantas, Samsonite, Tefal e Lanvin.

Desta vez, com a Heineken, a ideia foi investigar tendências e comportamentos de quem costuma beber em seus lares para se chegar a uma solução que transforme o consumo caseiro. Segundo Alexis Nasard, CMO e presidente da Heineken para Europa, a companhia e o designer compartilham o mesmo pensamento progressivo e inovador. “Estamos confiantes que o conceito vai atrair os amantes de cerveja em todo o mundo”. François-Xavier Mahot, diretor global sênior de inovação da fabricante, afirmou, por sua vez, que esta é a oportunidade de se oferecer algo premium para os consumidores. “O sucesso de produtos como as máquinas de café expresso para casa mostra a importância de se desenvolver eletrodomésticos icônicos e de ponta. Estamos colaborando com Marc para criar uma proposta contemporânea baseada em qualidade, tecnologia e design de vanguarda”, declarou.

Tanto a empresa quanto o designer não dão mais detalhes de como será esse produto. No entanto, há registros de versões de kegs desenhadas por Newson na Austrália. Se depender desses traços patenteados, a novidade se parece com as máquinas que tiram chope nos bares, mas adequadas para a casa.

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Após decolar, Cristo "cai" na The Economist 
Quatro anos depois de usar a imagem para exaltar a economia do Brasil, revista britânica volta a colocar a estátua na capa para analisar o quê deu errado no crescimento da nação.

O Cristo Redentor volta a ser capa da revista britânica The Economist. Quatro anos depois de exaltar o crescimento da economia nacional e colocar o Brasil como a região mais promissora da América Latina, a publicação volta a fazer uso do mais famoso dos símbolos nacionais, em um contexto, no entanto, totalmente oposto.

Com o título “Has Brazil Blown it?(que pode ser traduzido como “O Brasil estragou tudo?)”, a edição da The Economist para a América Latina e Ásia apresenta a figura do Cristo como um objeto voador em declínio, com a chama apagada, prestes a cair no topo do Corcovado. A alusão é clara à capa de novembro de 2009, quando a estátua aparecia decolando do morro, como um foguete, ilustrando a chamada “Brazil Takes Off” (“Brasil decola”).

A edição, divulgada pelo perfil oficial da revista no Twitter, será lançada oficialmente no próximo sábado 28. A capa anuncia uma reportagem especial de 14 páginas sobre o cenário da economia brasileira e suas principais dificuldades e problemas. Já na versão mundial da The Economist, a reportagem sobre o Brasil foi destacada apenas em uma linha superior da capa, que traz, como tema principal, as novas faces do terrorismo. Compare as duas capas:



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I principi immutabili del marketing 


La tecnologia ha creato nuove sfide e nuovi linguaggi nel marketing, ed è chiaro che poche cose al mondo sono mutabili come la tecnologia. Anche di fronte a queste evoluzioni alcuni principi fondamentali rimangono e rimarranno invariati per lungo tempo. Douglas Idugboe, Digital and New Media Marketing Strategist e fondatore di Smedio, elenca quali sono a su vedere i principi immutabili del marketing:

1. Il consumatore è saturo di informazioni

Il sovraccarico di informazioni è aumentato con l’avvento di Internet, questa massa di informazioni fa si che le aziende debbano “sgomitare” tra loro se vogliono che i loro messaggi esprimano la loro voce. Questo è lo scenario che devono affrontare e non cambierà in futuro.

2. Il consumatore compra emozioni, non prodotti
Perché Apple ha così tanto successo? E’ vero che i loro prodotti sono di qualità, ma lo è anche la mistica che li circonda, ogni volta che acquistiamo un prodotto Apple acquistiamo anche una tessera di un club esclusivo. Il prodotto è importante ma va accompagnato con l’energia delle emozioni e sensazioni positive attorno ad esso.

3. I consumatori che sono già clienti sono oro puro
A volte i marchi sono intenti a fare nuovi clienti ignorando quelli che già hanno acquistato per loro. Se hanno avuto una buona esperienza avranno maggiore propensione di chiunque altro ad acquistare le ultime novità o ascoltare le comunicazioni aziendali. Snobbarli o darli per già acquisiti è il peggiore errore che si possa fare.

4. La creatività è la regina

L’unico modo per distinguersi dalla folla di aziende urlanti è distinguersi. Douglas afferma quello che dicono da tempo anche io con i miei clienti: “la migliore pubblicità non è una pubblicità evidente”, ovvero deve essere utile/divertente/semplice e far arrivare in seconda battuta il messaggio pubblicitario. La complessità a volte danneggia la creatività, quindi idee semplici esposte in modo semplice.

5. Senza pianificazione e strategia non si va da nessuna parte
Il Marketing non è il posto migliore per lasciarsi andare all’improvvisazione. Il modo migliore per fare un successo di una campagna è quella di avere una strategia e non essere su Facebook perché è di moda o cambiare continuamente comunicazione e linguaggio. Essere identificabili è coerenti è alla base dello sforzo promozionale.

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